MATERNIDADE EM ROMA ANTIGA

“(…) o pai permanecia senhor da sua descendência mesmo depois da sua própria morte. Ele podia precisar no seu testamento que deveria ser exposto um filho que ia nascer. O testamento podia precisar que se nascesse um filho seria deserdado, e deixar a responsabilidade do abandono à mãe. A viúva receberia, contudo, alimentos para a criança, para o caso de nascer uma filha, se o pater tivesse decidido por testamento conservá-la. O aborto não era portanto o principal meio para se interromper definitiva e totalmente o crescimento da família”.

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“(…) el padre permanecía señor de su descendencia incluso después de su propia muerte. Él podía precisar en su testamento que debía ser expuesto un hijo que iba a nacer. El testamento podía precisar que si naciera un hijo sería desheredado, y dejar la responsabilidad del abandono a la madre. La viuda recibía, sin embargo, alimentos para el niño, para el caso de nacer una hija, si el pater hubiera decidido por testamento conservarla. El aborto no era por lo tanto el principal medio para interrumpir definitivamente y totalmente el crecimiento de la familia “.

Aline Rousselle, A política dos corpos: entre a procriação e continência em Roma. História das mulheres no Ocidente. Tradução: Caroline V Nogueira.

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